Regresso

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Sinto a mente regressar

Mas a distância não meço

Com receio de atrapalhar

Tão fantástico regresso

 

Vem ligeira a planar

Sobre vale d’insucesso

Por certo irá aterrar

Mais além onde lhe peço

 

Mas se acaso ela falhar

Faço ponte ao pensamento

Atiro longe ao horizonte

 

Mente vazia ao meditar

Distante a cada momento

E sobre ela uma ponte.

publicado por poetazarolho às 16:40 | link do post