Paraíso da cevada

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“Um copito de cerveja...”

Fresca, muito fresquinha

É tudo o que se deseja

P’ra refrescar alma minha

 

Alma minha por quem seja

Desta forma, geladinha

Por certo logo deseja

A segunda cervejinha

 

Uma após a outra, enfim…

Lá te mostram o percurso

P’ró paraíso da cevada

 

É uma estrada sem fim

Onde bebes como um urso

E não vês o fim à estrada.

publicado por poetazarolho às 19:00 | link do post