Para nada

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"Já não sirvo pra mais nada!”

Por muito que tenha dito

Fica esta boca calada

E venha mais um copito

 

Dessa bebida encantada

Qu’embala o que foi escrito

Nessa barca aparelhada

Em tempo algum maldito

 

Para nada vou servindo

Umas rimas de permeio

Sentidas, ou talvez não

 

Mas as que me vão sentindo

Sabem bem donde veio

O sentido e p’ra que são.

publicado por poetazarolho às 00:45 | link do post | comentar