Panteão da humanidade

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Ei mundo por onde vais

Entre cravo e ferradura

Todos somos animais

Mas alguns cavalgadura

 

Dentre nós os imortais

Onde a memória perdura

Todos juntos e muito mais

Cavam fundo a sepultura

 

Consciências amarfanhadas

Partem em busca da verdade

Num evangelho sempre  novo

 

Memórias assim gravadas

No panteão da humanidade

Com letras a ferro e fogo.

publicado por poetazarolho às 22:51 | link do post