Migrantes

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 Vem aí mais um migrante

Tenta ser um refugiado

Chega todo ofegante

Rasga-se no arame farpado

 

São os espinhos em riste

Da europa desenvolvida

P’ra cá vem quem não desiste

Mas cá tiram-lhe a vida

 

É um império de vaidade

Onde reina a hipocrisia

Quase à beira da falência

 

Luta-se pela liberdade

Ou então lutou-se um dia

Hoje está em decadência.

publicado por poetazarolho às 22:44 | link do post | comentar