Linha da vida

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Eu estou em todo o lado

E tod’o lado está em mim

Não me sinto obrigado

Desde que me sinta assim

 

Vou estando acordado

A isso obriga o frenesim

O quadro vai sendo pintado

Em tons de turquesa e carmim

 

Na tela onde finalmente

Vai ficando representado

Este constante vai vem

 

Não importa quanta gente

Nem sé gente ou se é gado

Desde que se trate com desdém.

publicado por poetazarolho às 05:07 | link do post | comentar