Lapsos de dignidade

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Por termos enfim perdido

Contacto com o essencial

Parece haver-se vivido

De mão dada com o mal

 

Sem réstea de prurido

Pelo ser fundamental

Julgo até ter entendido

Grande amor ao vil metal

 

São lapsos de dignidade

De difícil colmatação

Ou até mesmo absoluta

 

Que se lixe a humanidade

Venha a nós a corrupção

Nunca vi malta tão bruta.

publicado por poetazarolho às 23:46 | link do post | comentar