Lambanças

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É no arco da lambança

Que a açorda perde sentido

Aí gostam d’encher a pança

Com algo faustoso e sortido

 

Entre ostras e caviar

E o champanhe francês

Venha mais, toca a aviar

Que o povo paga outra vez

 

O banquete dos convivas

De paladar tão refinado

E sem sequer suspeitar

 

Cria relações afectivas

Governante, governado

Sente-se mal se não pagar.

publicado por poetazarolho às 00:19 | link do post