Impressos

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Há um mas que bate à porta

Porque a alma não vendes

Vendes a quem? Não importa

Não importas se não entendes

 

Mas estando a alma morta

Não existe o que pretendes

Caminhamos por rua torta

Morta a alma que mais tendes?

 

Muito importa a evolução

Muito menos a dignidade

Mas sobretudo há a canção

 

Onde se canta a saudade

Dos novos tempos que trarão

Almas impressas em felicidade.

publicado por poetazarolho às 16:34 | link do post