Fragmentos

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“Enquanto houver poesia”
Soprada assim ao vento

Não acaba a ventania

Não esmorece o alento

 

Essa luz que nos guia

Ilumina o pensamento

Seja de noite ou de dia

Revoga o esquecimento

 

De alegre azul pintando

Todo o vasto firmamento

Se torna valor seguro

 

Em memória registando

Cada possível momento

Seja passado ou futuro.

publicado por poetazarolho às 23:24 | link do post | comentar