De novo velho

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Hoje não era imitação do passado

Hoje não sentia qualquer ligação

Hoje avançava em passo apressado

Rumo ao nascer noutra dimensão

 

Não apenas de material reciclado

Sem perceber ainda a sensação

Deste percurso novo e intrincado

Por não ter termo de comparação

 

Com sinais vitais de novo dotado

Não seria mais um ser inexistente

E um novo mundo então despontou

 

Mas de repente todo baralhado

Ao ver esse velho mundo p’la frente

Pergunto ao mundo de que mundo sou.

publicado por poetazarolho às 14:23 | link do post