De lambreta

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“Se nada houver pra comer”

Como disse a Antonieta

Croissants devem lamber

Ou outros bolos da treta

 

Não terão nada a perder

Assim que toque a sineta

Não desatem a correr

Vão é todos de lambreta

 

Direcção ao barlavento

Ou outra do vosso agrado

E se a fome apertar

 

Parem junto ao parlamento

Na cantina é ofertado

O que possam desejar.

publicado por poetazarolho às 13:45 | link do post | comentar