Dança

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“Nem todos são sonolentos”

Nem todos se deixam ficar

Porventura os pachorrentos

Vão caminhando devagar

 

Vão escavando argumentos

Já gastos, ou para gastar

Vão esperando os momentos

Em que se possa acelerar

 

E esta luta já gasta

De propósito insondável

Vê nascer a nova esperança

 

Está velha quanto basta

Pressente-se inconsolável

Pois gastou-se nesta dança.

publicado por poetazarolho às 19:56 | link do post | comentar