Charlie Hebdo

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Charlie assassinado

Numa rua de Paris

Profeta está vingado

Deus algum assim quis

 

Foi obra da podridão

Um acto de bestialidade

Um choque p’rá multidão

Nódoa na humanidade

 

Que corrói as entranhas

Da sua própria existência

Condenada a cada momento

 

Mas que por artes estranhas

Não procura na sua essência

Razões p’ra cada acto nojento.

publicado por poetazarolho às 22:16 | link do post