Cervejolas

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“Mesmo vivendo à tangente”

Dum abismo sem sentido

Diz-me um estudo recente

Que pode ser invertido

 

E p’rá incerteza latente

Criaram um comprimido

Que põe a feição da gente

Com um ar bem divertido

 

Mas eu prefiro a cerveja

E logo mudo de feição

Ao bebê-la bem bebida

 

Por muito que já não veja

Sinto toda uma emoção

É o meu sentido p’rá vida.

publicado por poetazarolho às 16:52 | link do post