Carochas rafeiras

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“E eu prefiro a minha Oeiras!”

À beira do enorme Tejo

Antes cheia de palmeiras

E agora já nem as vejo

 

Foram as carochas rafeiras

Que lhes traçaram o ensejo

Antes fossem às bananeiras

Com magnésio de sobejo

 

Mas posso bem imaginar

Esta majestática avenida

Num século ainda vindouro

 

Com palmeiras por plantar

P’ra não servir de comida

Aos bichos de mau agouro.

publicado por poetazarolho às 16:21 | link do post | comentar