Tigres de papel

 

A austeridade hipotecou

Siesta a nuestros hermanos

O tradicional sono acabou

Despertam por muitos anos

 

Acordam para o pesadelo

Por isso não querem dormir

Acordados não irão tê-lo

Se adormecem pode surgir

 

Bem vindos ao carrossel

Vertiginoso dos mercados

Não mais penseis sair daqui

 

Sois os novos tigres de papel

Para todo o sempre acordados

É a tortura do sono do FMI.

publicado por poetazarolho às 23:03 | link do post | comentar