Cromos


Havia os cromos da bola
Quando eu era pequenino
Hoje há cromos sem destino
Aparece com cada estarola

Há cromos com veia política
São de uma eficiência total
Vocês não me levem a mal
Esta é a minha veia crítica

Conduzem-nos até ao futuro
Com uma mestria duvidosa
Para nos iludir é só treta

Obter os mais difíceis é duro
Trabalho de forma laboriosa
Pr’a completar a caderneta.
publicado por poetazarolho às 15:00 | link do post | comentar