Treze passas


Numa meia-noite sem sorte
Doze passas não vão chegar
Que mais uma te reconforte
Pois chegou o ano do azar

Depois das passas comer
Há que o desejo formular
Não iremos o ano esquecer
Que a ferrete nos vai marcar

Entre a balbúrdia e repressão
Dirigida por mentes devassas
Tem oscilado a nobre nação

Da opulência e das desgraças
Qual sinusóide em evolução
Engole lá essas treze passas.
publicado por poetazarolho às 15:57 | link do post