Fui à selva

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Fui à selva dos animais

Não me senti insegura

Voltei às selvas reais

E a insegurança perdura

 

No mundo que habitamos

Minado pela corrupção

Talvez um dia vejamos

A selva em unificação

 

Até lá havemos de resistir

À morte que nos rodeia

Pois conservamos a esperança

 

Que não nos deixa desistir

Quando a mente nos alheia

P’ra não assistir à matança.

publicado por poetazarolho às 02:09 | link do post | comentar | ver comentários (3)