Quinta-feira, 30.07.15

Fora do círculo

Open mind.jpg

Fora do círculo voar

Sob estrelas em cintilação

O céu azul observar

E de Marte a vermelhidão

 

Nunca te irás afundar

Em oceanos de psicologia

Lá tens ondas p’ra surfar

Usa pranchas de fantasia

 

Nunca enganam o olhar

Tornam claro o pensamento

Eliminando alguma barreira

 

Não vês razão para falhar

Caos é votado ao esquecimento

Círculo deixa de ser a fronteira.

publicado por poetazarolho às 16:43 | link do post | comentar | ver comentários (5)
Quinta-feira, 23.07.15

Fui à selva

Fui à selva.jpg

Fui à selva dos animais

Não me senti insegura

Voltei às selvas reais

E a insegurança perdura

 

No mundo que habitamos

Minado pela corrupção

Talvez um dia vejamos

A selva em unificação

 

Até lá havemos de resistir

À morte que nos rodeia

Pois conservamos a esperança

 

Que não nos deixa desistir

Quando a mente nos alheia

P’ra não assistir à matança.

publicado por poetazarolho às 02:09 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Terça-feira, 21.07.15

Lobos e cordeiros

Lobos e cordeiros.jpg

Entre os lobos ferozes

Cordeirinho sem medo

Escutas as suas vozes

Mantem-se em segredo

 

Os lobos são poderosos

Predadores por natureza

Outros animais receosos

Não querem ser sua presa

 

Não parece justificável

Este desequilíbrio atroz

Que torna tudo imundo

 

É um equilíbrio instável

Onde o animal mais feroz

É o que governa o mundo.

publicado por poetazarolho às 23:42 | link do post | comentar | ver comentários (4)
Quinta-feira, 16.07.15

Submissos

Submissos.jpg

A submissão é total

Ante o todo poderoso

Resultado será fatal

Assim como doloroso

 

A ideologia afinal

É um meio indecoroso

Para se atingir o final

Onde o povo numeroso

 

Sofre a pena capital

Com total submissão

Perante a alta finança

 

Somos um animal social

Sem poder de reacção

Para reagir à matança.

publicado por poetazarolho às 19:10 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Austeridades

Austeridades.jpg

Austeridade com ética

Servida a quem de direito

Austeridade poética

E isenta de defeito

 

Austeridade musical

Tocada em ré menor

Austeridade sensacional

Quando vista em pormenor

 

Austeridade querida

Dos anais da economia

Nascida p’ra nos brindar

 

Com o melhor desta vida

Só assim se explicaria

O ter vindo p'ra ficar.

publicado por poetazarolho às 01:08 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Segunda-feira, 13.07.15

Palavra de honra

Palavra de honra.jpg

Do país das maravilhas

Um coelho desbloqueou

O acordo para a ilhas

Que o grego aproveitou

 

São estas raras ideias

Duma lucidez sem igual

Que aqui paredes meias

Teimam em não surgir afinal

 

Somos exportadores também

Destes cliques de inteligência

Que salvaram uma nação

 

Mas cá dentro com desdém

Pratica-se a negligência

Com tempêro de corrupção.

publicado por poetazarolho às 11:24 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Assinaturas europeias

Assinaturas europeias.jpg

Mutação da assinatura

Pode sempre acontecer

Esta a realidade pura

Que é preciso conhecer

 

Numa europa em mutação

Tudo muda rapidamente

Finanças não é excepção

Assina de forma diferente

 

Uma assinatura criativa

Deu origem à discussão

Que entusiasma comentadores

 

Revela que se anda à deriva

E a assinatura em questão

Tem pormenores reveladores.

publicado por poetazarolho às 02:21 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Domingo, 12.07.15

Exit now

Exit now.jpg

São faces de satisfação

Sorrisos de optimismo

Embora a sua missão

Seja de perfeito cinismo

 

Submeter qualquer nação

Ao nacional-socialismo

Mas numa nova versão

Sob a capa do austerismo

 

Deste clube saiamos

Que ele já não s’importa

Com a vida enquanto tal

 

Antes que aí morramos

Entalados pela porta

Da casa raiz do mal.

publicado por poetazarolho às 00:52 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Sábado, 11.07.15

Rações

Rações.jpg

Não estou para aí virado

Não me virem do avesso

Deixem-m’estar sossegado

Isso é tudo o que vos peço

 

Pensativo e bem disposto

A pensar morreu um burro

Não chorei com o desgosto

Que eu saiba ainda não zurro

 

Embora animal da criação

Eu nunca fui malcriado

Outros conheço que o são

 

Aos quais foi descurado

Todo o proveito da ração,

Não estou para aí virado.

publicado por poetazarolho às 21:33 | link do post | comentar | ver comentários (3)
Quarta-feira, 08.07.15

Início limpinho

Início limpinho.jpg

Portugal está melhor

Portugueses ainda não

Mas existe grande vigor

P’ra encontrar a solução

 

Começa-se por mudar

Os políticos da nação

Pois começam a cheirar

A fraldas com presentão

 

Com o início limpinho

Começa um novo ciclo

Que nos irá representar

 

Tanto político cheirosinho

De novo no hemiciclo

Farão os tugas melhorar.

publicado por poetazarolho às 15:31 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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