Contribuinte

 

Que diabo de negócio

Haveríamos d’arranjar

Uns dedicados ao ócio

Outros ocupados a roubar

 

Nós tristes contribuintes

Tudo temos que financiar

Acabaremos com pedintes

Mas antes temos que dar

 

Todo o cabelo e coiro

Ao cofre da nossa finança

E depois toca a marchar

 

Ficarão com o tesoiro

Poderão encher a pança

Sem ter que nos aturar.

publicado por poetazarolho às 18:14 | link do post | comentar | ver comentários (2)