Factura bendita

 

É quando a troika quiser

Este nosso carnaval

Não parando d’espremer

A teta que é Portugal

 

Onde muitos vão mamando

À custa de alguns milhões

Que pobrezinhos ficando

Já só contam os tostões

 

Mas para nos compensar

Vão sortear uns carrões

Para fugirmos à morte

 

Assim podemos acelerar

Pelas terras de Camões

Bendita factura da sorte.

publicado por poetazarolho às 21:23 | link do post | comentar | ver comentários (1)