Sábado, 06.04.13

Deitados no chão

 

Para o roubo terminar

Nesta qu’é nossa nação

É preciso tudo roubar

Não há outra solução

 

Sem virem resgatar

Todo e qualquer ladrão

P’ra depois recomeçar

Levantados do chão

 

Como nos tempos d’azar

À mesa treze alminhas

Após rezar a oração

 

Para a fome saciar

Meia dúzia de sardinhas

E umas côdeas de pão.

publicado por poetazarolho às 20:10 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Sexta-feira, 05.04.13

Nova forma de vida

 

A economia é um fogo

E de almas se alimenta

São estas almas em jogo

Da economia a ementa

 

Sejam elas mal passadas

No ponto ou em sangue

Vão sendo bem trituradas

Até um estado exangue

 

Será a alma convertida

Pelo poder desta fogueira

E com aspecto moderno

 

Surgirá nova forma de vida

Adaptada desta maneira

À vida em pleno inferno.

publicado por poetazarolho às 00:24 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Terça-feira, 02.04.13

Arca perdida

 

Os dados estão lançados

Não pararam de rolar

Querem ver-nos atolados

Sem força p’ra respirar

 

Dizem que a constituição

Lei fundamental do país

Não será uma imposição

Porque o tribunal não quis

 

Pobre povo que lavas no rio

Que talhas com teu ensejo

O que julgas ser teu desejo

 

Vais levar séculos a fio

Em busca da arca perdida

Perdição de muita vida.

publicado por poetazarolho às 21:25 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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