Egos vendidos

 

Egos que nos conduzem

Não são egos sofridos

Egos que não produzem

São sobretudo vendidos

 

Têm dom de não produzir

Nada à nossa imagem

São pagos p’ra destruir

Com uma enorme voragem

 

Arrasam almas sem piedade

Só o dinheiro tem valor

Parece banal a atrocidade

 

De trucidar o semelhante

Este é um mundo sem dor

És indolor doravante.

publicado por poetazarolho às 20:52 | link do post | comentar | ver comentários (1)