Poder em Portugal

 

Abundante o desalento

Fez escoar a esperança

Ouço o sopro do vento

Não me soa a mudança

 

Soa como um temporal

Que nos está a arrasar

É o poder em Portugal

Que só sabe espezinhar

 

Recebe doces saborosos

Os quais gosta de lamber

Não passam duns gulosos

 

Que se agarram ao poder

P’ra servir os poderosos

Com poder de corromper.

publicado por poetazarolho às 19:36 | link do post | comentar | ver comentários (2)