Alternantes

 

Passos foi a São Bento

Mas não é p’ra alternar

Observando o momento

Deve ser p’ra nos lixar

 

O Coelho de mansinho

Passou-lhe a mão p’lo pêlo

Coitado do Zé Povinho

Não se livra do novelo

 

Cada vez mais enleado

Na trama escorregadia

Das alternância constantes

 

Meu povo foste enganado

P’la bendita democracia

Que te oferece alternantes.

publicado por poetazarolho às 00:00 | link do post | comentar | ver comentários (1)