Quinta-feira, 03.05.12

Sulcar mares

 

À sombra dos descobrimentos

Descobrimos um tempo ruim

Foi-se o oiro ficam os lamentos

Mas nós não ficaremos assim

 

Estando agora desempregados

Com a economia em recessão

Tratados como paus mandados

Cresce em nós grande ambição

 

Regressar de novo à descoberta

Pelo mundo fora mares sulcar

Até dizem a porta está aberta

 

Só falta comprar a embarcação

Que muito longe nos irá levar

E dizer adeus ao Portugal nação.

publicado por poetazarolho às 22:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sinais dos tempos

 

Foi tomada a Bastilha

Anuncia o arauto do rei

Ele não mascava pastilha

Ainda não havia, bem sei

 

Coitada da Maria Antonieta

Já rolam cabeças n’avenida

Pela imposição da baioneta

Sentem-se uma nação ferida

 

É o novo tempo a chegar

Sem que nos peça licença

Deixará sequela profunda

 

Da varanda ir-se-ão atirar

Sob o olhar da indiferença

É o regime que se refunda.

 

http://www.youtube.com/watch?v=HG0bJzfgUaI

publicado por poetazarolho às 00:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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