Terça-feira, 28.02.12

Mamocas

 

Das mamas à governação

Vai um lapso momentâneo

Que o diga Bernardo Bairrão

Teve um lapso consentâneo

 

No governo quase a entrar

Olhando pr’as mamas da Rita

Com vontade de as apalpar

Só o músculo se lhe arrebita

 

Mas sem mamas e sem tacho

Com o olhar se contentou

Sabem o que é que eu acho

 

Que as mamas não apalpou

Ficou com outro mamarracho

Mas do tacho algo sobrou.

publicado por poetazarolho às 22:51 | link do post | comentar

A morte sem máscara

 

Realidade não aceita máscara

Porque é real e descarada

Não esconde a nossa cara

Nem nossa alma asfixiada

 

Asfixiada pelo cheiro a morte

Dos nossos irmãos tombados

Por não terem melhor sorte

Ao fim do mês uns trocados

 

Não foi a fome, foi o vírus

Circula com maior intensidade

Nem foi falta de medicação

 

Temos que arranjar antivírus

Para combater a insensibilidade

Que reside no nosso coração.

 

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=31&did=52342

publicado por poetazarolho às 06:40 | link do post | comentar

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