Dona banca

 

Das tristezas alegrias

E das tripas coração

Assim vão nossos dias

Embora digam que não

 

Os milhões são p’rá banca

Para nós são os centavos

Que saudades da D.Branca

Não ficava p’los alinhavos

 

Era a banqueira do povo

Com uns juros à maneira

Nunca se viu noutro lado

 

Agora no tempo novo

Vai-t’embora ó banqueira

Povo quer-se amedrontado.

publicado por poetazarolho às 23:31 | link do post | comentar | ver comentários (3)