Hiena


Não há almoços grátis
E saúde também não
Não julgues quem o diz
A senhora não fala em vão

Quis parar a democracia
Por seis mesitos apenas
Mas penso que ela queria
Voltar ao tempo das hienas

Com maxilares poderosos
Devoram as suas presas
Sem dó nem piedade sentir

Almoços grátis são numerosos
Nós pagamos as despesas
E as hienas terminam a rir.
publicado por poetazarolho às 13:57 | link do post | comentar | ver comentários (1)