Não roubarás


Já sabes o estado mata
Toma com moderação
Foge antes que te abata
Ou morres do coração

Já sabes não é universal
Qualquer direito à vida
Não é declaração cordial
É a esperança dissolvida

Tu és mero contribuinte
Para esta triste realidade
Em breve serás um pedinte

A deambular pela cidade
Ou viverás no alto requinte
De quem conduz a sociedade.
publicado por poetazarolho às 15:31 | link do post | comentar