Segunda-feira, 07.11.11

Abstenção violenta


A economia a arrefecer
Neste contexto global
Nós por cá a empobrecer
Triste sina a de Portugal

Mas a abstenção violenta
Descoberta pela oposição
É uma forma bem atenta
De inverter a situação

A violência fará aquecer
Por certo esta economia
Portugal ver-se-á arrastado

Irá a pobreza reverter
Em riqueza no novo dia
Deste país violentado.
publicado por poetazarolho às 16:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Domingo, 06.11.11

Sentados


Dom Sebastião era chinês
Regressado em boa hora
Sempre mama quem chora
É bem verdade como vês

Ele regressou para mamar
À nossa terra desgovernada
Pois ninguém oferece nada
E nós é que vamos chorar

Quem espera sempre alcança
Nós esperamos sentados
E é com esta perseverança

Pois já tentámos deitados
E era muita a desconfiança
Nessa posição acomodados.
publicado por poetazarolho às 15:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Sexta-feira, 04.11.11

Reprogramados


O verdadeiro hino ao amor
Vai encher o mundo inteiro
Não importará quanta dor
Importa o amor verdadeiro

Uma força assim nascida
Brotará de todas os corações
Nova luz e esperança de vida
Para muitos e muitos milhões

Será esta a força imensa
Que nos fará rever o caminho
Até aqui de destruição

Será como sorriso de criança
Já podem dizê-lo baixinho
Podem reprogramar o coração.

publicado por poetazarolho às 13:33 | link do post | comentar
Quinta-feira, 03.11.11

Ajustar


O Passos quer ajustar
O programa financeiro
Mas nem está a falar
Em pedir mais dinheiro

Só têm que flexibilizar
A respectiva execução
Que a malta pode pagar
Logo explica a condição

Massa chega pr’ó estado
Não dá é pr’á economia
É pena não vamos crescer

Não será do nosso agrado
Mas não se faz tudo num dia
E o monstro não pode morrer.
publicado por poetazarolho às 16:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Quarta-feira, 02.11.11

The end


Grécia com um fim trágico
Diz a Moody’s com razão
Em Holywood seria mágico
Mas em Atenas é que não

Tragédia sabe-se de antemão
Tem o seu herói a condizer
Expressa-se com erudição
Seu fim não é preciso prever

Às mãos dos bárbaros cairá
Após uma luta sanguinária
Tal desfecho já se antevia

Algo de novo daqui nascerá
Após esta ditadura monetária
Será talvez uma democracia.
publicado por poetazarolho às 12:45 | link do post | comentar | ver comentários (1)
Terça-feira, 01.11.11

Sobrevivente


A Europa em emergência
Papandreou não manda aqui
Há planos de contingência
Feitos por Merkel e Sarkozy

Mas levaram um nó cego
Dos pais da democracia
Deram voz ao povo grego
Disse que ajuda não queria

Os mercados em alvoroço
Deram a sentença de morte
A esta Europa decadente

Eram sete cães a um osso
Imperou a lei do mais forte
Só houve um sobrevivente.
publicado por poetazarolho às 16:03 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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