Alvarinho


Álvaro, o visionário
Antevê o fim da crise
Terminará o calvário
Se não houver deslize

Dois mil e doze é penar
Para expiar o passado
A seguir vai começar
Nosso futuro dourado

Entretanto para esquecer
As dificuldades deste ano
Vamos beber um tintinho

Depois é sempre a crescer
Isto se não houver engano
Ou bebe-se um alvarinho.
publicado por poetazarolho às 14:27 | link do post | comentar | ver comentários (1)