Há nos confins da Ibéria
Um povo desgovernado
A situação é muito séria
E por tudo culpa o estado

E o estado culpa o povo
Pela fraca produtividade
Às vezes até me comovo
Com a falta de sanidade

Pl’o meio há espertalhões
Não são carne nem peixe
Vão vivendo em beleza

Promovem umas agitações
E enquanto a gente deixe
Vão sugando toda a riqueza.
publicado por poetazarolho às 16:56 | link do post | comentar