A festa do culpado


Por sermos humanos erramos
Culpa morre sempre solteira
Aos outros não desculpamos
Quando fazem alguma asneira

Solteira morreu a avó da culpa
Não se conhece descendência
Se tiveres uma boa desculpa
Terás a nossa condescendência

Por tudo isto já não há culpados
Podemos errar e fartar vilanagem
Com os erros tentamos aprender

Morta a culpa estamos desculpados
Se errando é fraca a aprendizagem
Não teremos que nos arrepender.
publicado por poetazarolho às 15:20 | link do post | comentar | ver comentários (1)