Vamos embora

 

Esta humanidade fútil

Vai ajoelhando sem rezar

Não produz nada de útil

Anda aqui por andar

 

E mesmo a contragosto

Estão sempre a aumentar

Lá vai mais um imposto

Pois sou eu a governar

 

Em menos de uma hora

Pode muito bem acontecer

Que crie muitas galinhas

 

Vamos da humanidade embora

Qu’isto aqui está pr’a esquecer

Expliquem lá isso às alminhas.

publicado por poetazarolho às 21:36 | link do post