Corrente de ar

 

O povo no parlamento

Não lembra a satanás

Fiquem-se pelo lamento

Mas lá do lado de trás

 

A casa da democracia

É local muito honrado

Já basta tanta porcaria

Que fazem do vosso lado

 

Se a porta não abrimos

Não é pr’a impedir d’entrar

Apenas não vos ouvimos

 

Pois estávamos a trabalhar

E porque assim impedimos

As malditas correntes de ar.

publicado por poetazarolho às 19:19 | link do post