Culpa zero


Não há desculpa pr’á culpa
Pr’á culpa não há culpados
Para nada serve a desculpa
Podem seguir estão ilibados

E a culpa morreu solteira
Sem deixar descendência
A vida passou a ser porreira
Acabou a má consciência

Assim é muito fácil viver
Por conta do orçamento
Que não nos custa a ganhar

Agora vamos lá a saber
Para quê todo esse lamento
Se é certo que nos vamos safar.
publicado por poetazarolho às 15:06 | link do post | comentar