Devir

 

É por vontade da Troika

Que vivo nesta ansiedade

Estou quase paranóica

Com tamanha atrocidade

 

Antevejo luta estóica

Com perda d’identidade

Desta nação heróica

Óh triste realidade

 

Após séculos de conquista

E história de vidas mil

Nas galerias da morte

 

Já não há quem resista

A este devir tão vil

Entregue à sua sorte.

publicado por poetazarolho às 22:06 | link do post | comentar