Previsões

 

As previsões d’outono

É que me puseram assim

Cortaram-me no abono

Já não chega para mim

 

As previsões de verão

Com temperatura elevada

Prometem muita recessão

Desata tudo à chapada

 

Lá mais para o inverno

Deste mar de previsões

Vejo a coisa muito bera

 

Para sair deste inferno

Prevejo na rua os canhões

E uma nova primavera.

publicado por poetazarolho às 19:44 | link do post