Constitucional

 

Marcelo não acredita

Eu por mim também não

Embora não o admita

Passará de mão em mão

 

Este orçamento catita

Talhado para a nação

E a sentença descrita

Austeridade sem perdão

 

Vai esvaziar a marmita

Roubar-nos o nosso pão

Jazeremos no quintal

 

Na lápide será escrita

Uma derradeira alusão

Tudo foi constitucional.

publicado por poetazarolho às 20:05 | link do post | comentar