Português não

 

Reformamos o estado

Agora é que é de vez

Já está quase prostrado

Reforma-se por invalidez

 

Está a matar-nos devagar

Sem ter dó nem piedade

O bom caminho é matar

Também esta sociedade

 

Que nos coloca à deriva

Em estado de calamidade

E nos causa desfaçatez

 

Ou como alternativa

Nossa única prioridade

É deixar de ser português.

publicado por poetazarolho às 21:37 | link do post | comentar