Se fossemos

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Se não morremos queimados

Morreremos de exaustão

Pois estamos rodeados

De parvos que o não são

 

Até à medula massacrados

Por doutores na televisão

Sairemos todos doutorados

Quer nós queiramos quer não

 

E assim vamos evoluindo

Sem que haja evolução

Nesta desconjuntura total

 

Vejo a esperança fugindo

Quando a teríamos na mão

Se todos fossemos Portugal.

publicado por poetazarolho às 23:56 | link do post | comentar