Paraísos

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Na inversa proporção

Se não vejo salvadores

Vislumbro muito ladrão

Adivinho os seus odores

 

E também a intenção

De serem os portadores

Neste mundo de ilusão

Bafejado por horrores

 

Duma certa premonição

Em que algarismos da sorte

Nos franquearão o paraíso

 

Mas muitos perguntarão,

Será apenas após a morte

E para quem tenha juízo?

publicado por poetazarolho às 00:33 | link do post | comentar