Mortos

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 A direita ou o centrão

Esse destino anda perto

Dos desígnios da nação

Com o futuro bem certo

 

É preciso empobrecer

É necessário sangrar

Que o futuro há-de ser

O que se puder pagar

 

Quem não paga não risca

Na sociedade do capital

Onde só o lucro importa

 

Esta imposição arrisca

Transformar Portugal

Num país de gente morta.

publicado por poetazarolho às 06:55 | link do post | comentar