Inteligência artificial

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Escravo de máquinas sou

De robots também serei

Já que me sinto robot

Com estes conviverei

 

Sua inteligência sobejou

Da artificial eu bem sei

Assim nunca mais faltou

Não sou burro pois comprei

 

Mais fácil ser inteligente

Quando a estiverem a saldar

Nos saldos do fim de estação

 

Ainda hei-de ver muita gente

Quando a inteligência esgotar

Que de burros não passarão.

publicado por poetazarolho às 00:04 | link do post | comentar