Impérios

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O desprezo pela vida

E o amor ao dinheiro

São a casa de partida

P’ra matar o mensageiro

 

A mensagem é preterida

Mais vale um conselheiro

Com conselho à medida

P’ra branquear o atoleiro

 

Os impérios claudicaram

Muitos outros claudicarão

E logo outros se seguem

 

Pois jamais dominaram

Esta humana propensão

Ainda que muito o neguem.

publicado por poetazarolho às 19:22 | link do post | comentar