Facas

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Enquanto podes morre

Esfaqueado, ou afim

Se não puderes corre

Talvez não seja o fim

 

Alguma alma te socorre

P’ra que vivas, enfim

Sem que teu sangue jorre

A ponte não fica carmim

 

Pois à vida tens direito

Por tanto nunca desistas

De fazer fintas à morte

 

Por esse caminho estreito

Sinto as facas terroristas

Esventrando a tua sorte.

publicado por poetazarolho às 22:35 | link do post | comentar