Descansados

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Capitalismo bonzinho

Amigo do proletário

Assim não fica sozinho

Um esqueleto no armário

 

Fica pleno de ossadas

O armário dos milhões

Porque bem esmiuçadas

Não acham contradições

 

Ficamos a trabalhar

Em busca da tal cenoura

Qu’a fome não matará

 

Ficareis a descansar

E tod’a prole vindoura

Quando chegar descansará.

publicado por poetazarolho às 19:49 | link do post | comentar